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EUA e Israel atacam Irã em operação conjunta para destruir programa nuclear

28 de Fevereiro, 2026 3 min de leitura Por Marina A. Vasconcelos

Conflito escalado: Ataques coordenados atingem alvos estratégicos no Irã

Na madrugada deste sábado (28), forças militares dos Estados Unidos e de Israel iniciaram uma série de ataques conjuntos contra o território iraniano. Explosões foram registradas na capital, Teerã, e em cidades como Isfahan, Qom, Karaj e Kermanshah. A operação visa desmantelar a infraestrutura nuclear do país e ocorre em um momento de máxima tensão diplomática.

'Garantiremos que o regime não possa mais desestabilizar a região e que o Irã não obtenha uma arma nuclear', declarou o presidente Donald Trump em comunicado oficial.

Impactos imediatos e retaliação regional

Relatos de agências locais indicam que mísseis atingiram áreas próximas a instalações governamentais. No sul do Irã, a morte de 40 estudantes de uma escola feminina foi confirmada durante os bombardeios. Em resposta imediata, o governo iraniano disparou drones e mísseis contra Israel e bases militares dos EUA situadas no Catar, Bahrein, Kuwait e Emirados Árabes Unidos, resultando em ao menos uma morte em Abu Dhabi.

Contexto de crise e instabilidade econômica

A ofensiva ocorre após o impasse em negociações realizadas em Genebra sobre o enriquecimento de urânio. Internamente, o Irã enfrenta um cenário de fragilidade econômica, com inflação anual acima de 40% e a desvalorização histórica de sua moeda, o rial. Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, afirmou que a ação busca eliminar o que classifica como uma 'ameaça existencial' ao seu país.

Diante da escalada de conflitos militares entre potências, como as decisões geopolíticas de alto nível impactam a segurança e a estabilidade econômica das populações civis ao redor do mundo?

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