EUA e Israel atacam Irã em operação conjunta para destruir programa nuclear
Conflito escalado: Ataques coordenados atingem alvos estratégicos no Irã
Na madrugada deste sábado (28), forças militares dos Estados Unidos e de Israel iniciaram uma série de ataques conjuntos contra o território iraniano. Explosões foram registradas na capital, Teerã, e em cidades como Isfahan, Qom, Karaj e Kermanshah. A operação visa desmantelar a infraestrutura nuclear do país e ocorre em um momento de máxima tensão diplomática.
'Garantiremos que o regime não possa mais desestabilizar a região e que o Irã não obtenha uma arma nuclear', declarou o presidente Donald Trump em comunicado oficial.
Impactos imediatos e retaliação regional
Relatos de agências locais indicam que mísseis atingiram áreas próximas a instalações governamentais. No sul do Irã, a morte de 40 estudantes de uma escola feminina foi confirmada durante os bombardeios. Em resposta imediata, o governo iraniano disparou drones e mísseis contra Israel e bases militares dos EUA situadas no Catar, Bahrein, Kuwait e Emirados Árabes Unidos, resultando em ao menos uma morte em Abu Dhabi.
Contexto de crise e instabilidade econômica
A ofensiva ocorre após o impasse em negociações realizadas em Genebra sobre o enriquecimento de urânio. Internamente, o Irã enfrenta um cenário de fragilidade econômica, com inflação anual acima de 40% e a desvalorização histórica de sua moeda, o rial. Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, afirmou que a ação busca eliminar o que classifica como uma 'ameaça existencial' ao seu país.






